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Conheça a história de Anna Luisa, que nasceu prematura, com 470 gramas

12 de dezembro de 2023

Conheça a história de Anna Luisa, que nasceu prematura, com 470 gramas

A história da pequena Anna Luisa, que nasceu no Hospital e Maternidade Santa Joana com 470 gramas e precisou ficar 9 meses internada, foi contada no site VivaBem, do UOL. O bebê que nasce até 28 semanas de gestação é considerado prematuro extremo.

A mãe, Alinne, contou que a gravidez estava correndo tranquilamente até as 21 semanas de gestação, quando foi constatado que a filha não estava crescendo como deveria.

“Meu médico indicou que eu procurasse uma consulta com uma profissional do Hospital Santa Joana, em São Paulo, para entendermos melhor o que estava acontecendo. A procurei e fizemos um ultrassom. Ela percebeu que a Anna Luisa estava em sofrimento fetal. Foi um susto. Imediatamente a médica pediu minha internação”, contou Alinne, que tem trombofilia e estava com a pressão alta, fazendo acompanhamento.

Além disso, Alinne estava com pré-eclâmpsia, evoluindo para a síndrome de Hellp, que aumenta o risco de mortalidade para mãe e bebê. Como a filha não sobreviveria se nascesse naquele momento, Alinne ficou internada e foi acompanhada de perto por especialistas.

“Fazia exame de sangue um dia sim, e outro não, minha pressão era analisada a cada três horas e ultrassom todos os dias. O hospital também me disponibilizou uma psicóloga para me ajudar a digerir o que estava passando. Ela me explicava tudo. Fiquei 40 dias internada sem previsão de alta. Sabia que precisava ficar no hospital até o nascimento da Anna Luisa. Não existia um prognóstico de melhora. Pode parecer angustiante, mas o hospital me ajudou nesse período e não foi tão difícil”, contou.

Conheça a UTI Neonatal do Santa Joana

Com 27 semanas de gestação, o bebê nasceu prematuro extremo, pesando 470 gramas. A mãe conta que, como Anna Luisa ficou intubada nos primeiros meses, não era possível pegá-la no colo. Somente aos 3 meses, quando a filha fez um procedimento de traqueostomia, saindo da intubação, foi possível pegá-la no colo. “Foi uma emoção muito grande, pois estava esperando esse momento há anos”, contou.

Antes de ter alta, a família passou por um processo de treinamento para levar o bebê para casa, já que ainda precisaria de cuidados hospitalares.

“Seguimos com o cuidado médico em casa até hoje. Anna Luisa tem um ano, nós temos enfermagem 24 horas e nossa casa se transformou em um hospital. Como mãe, vivo uma mistura de sentimentos. Tem o cansaço, mas tem também o agradecimento sobre o que conquistamos depois de tudo o que aconteceu e ainda acontece”, contou.

A reportagem contou ainda que, em 2019, o Brasil registrou 300 mil partos prematuros. Segundo a Dra. Filomena Bernardes de Mello, chefe da UTI Neonatal do Santa Joana, em 30% dos partos prematuros o problema ocorre por alguma condição de saúde da mãe, como hipertensão, por exemplo.

Para ela, há chance de Anna Luisa se tornar uma criança sem nenhuma sequela.

“Cada um tem sua história. Por isso, sempre converso com as famílias dos prematuros para que não parem com os estímulos e a reabilitação. Cada passo nesse sentido ajuda a criança a driblar as sequelas”, disse a Dra. Filomena

Para ler a reportagem completa, clique aqui.

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