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Por que o vírus H1N1 apareceu mais cedo neste ano?

4 de abril de 2016

Por que o vírus H1N1 apareceu mais cedo neste ano?

*Imagem meramente ilustrativa. A pessoa da imagem não é um paciente do Hospital e Maternidade Santa Joana.

Em 2016, o vírus H1N1 apareceu mais cedo, em março – ele é esperado normalmente para maio, junho e julho. Mas o que pode ter mudado o ciclo do H1N1? Esta é a pergunta que muitos profissionais de saúde estão fazendo no momento.
“Acredita-se que esta circulação mais precoce possa estar relacionada à forte temporada de influenza que ocorreu no hemisfério norte neste último inverno. Mas a explicação mais plausível ainda não foi determinada. O que sabemos, há muito tempo, é que o vírus influenza é sempre surpreendente e que nunca podemos saber com exatidão como será o comportamento dele a cada ano”, afirma a infectologista Dra. Rosana Richtmann, do Hospital e Maternidade Santa Joana.

O vírus H1N1 é do tipo influenza A, um dos causadores da gripe comum. É o mesmo responsável pela pandemia de gripe suína ocorrida em 2009. Só no Brasil, naquela época, foram 50 mil casos e mais de 2 mil pessoas morreram.
Apesar das semelhanças com os sintomas iniciais da gripe comum – febre, tosse, coriza, dor de garganta, na cabeça e no corpo –, a H1N1 pode ser ainda mais perigosa. Segundo Dra. Rosana, além dos sintomas normais de gripe, outra forma de apresentação do H1N1 mais grave é a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).
“Ela é caracterizada por falta de ar, diminuição da saturação de oxigênio, desconforto respiratório, podendo evoluir para insuficiência respiratória, choque e até a morte.” Em alguns casos, também podem ocorrer vômitos e diarreia. Testes laboratoriais são capazes de identificar por qual tipo de vírus o paciente foi infectado.
O tratamento basicamente é realizado com um medicamento antiviral, de uso oral, por cinco dias. “Para ser efetivo, deve ser iniciado o mais precoce possível, preferentemente até 48h do início dos sintomas. Além do uso do antiviral, podemos prescrever sintomáticos, para aliviar os sintomas”, diz a infectologista.
A prevenção, contudo, é a maneira mais eficaz de combater a doença. “As medidas mais importantes são a higienização das mãos frequentemente, com água e sabão ou álcool gel”, recomenda Richtmann. Além disso, indica-se manter ambientes arejados e ventilados e evitar locais fechados com grande número de pessoas. Alimentação correta, ingestão de água e a prática de exercícios físicos também reduzem as chances de contrair o vírus.
Para ler a reportagem completa, clique aqui.

Resp. Técnico: Dr. Eduardo Rahme Amaro. CRM: 31624

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