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HIV: prevenção, diagnóstico precoce e tratamento

13 de janeiro de 2026

HIV: prevenção, diagnóstico precoce e tratamento

Hoje, a realidade do HIV é diferente daquela que conhecíamos no passado: milhões de pessoas convivem com o vírus de forma controlada e com qualidade de vida, graças a estratégias de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento antirretroviral.

Devido a isso, com testagem regular e medidas eficazes de redução da transmissão, em 2024, o Brasil registrou a menor taxa de mortalidade por HIV desde 2000.

Entre as estratégias de prevenção, além do uso consistente de preservativos, existe a profilaxia pré-exposição (PrEP) que, quando utilizada de forma contínua, reduz o risco de infecção sexual pelo HIV em até 99%. Além disso, pessoas em tratamento eficaz, com carga viral indetectável, não transmitem o vírus por via sexual, segundo a UNAIDS e a OMS.

Sinais de atenção

Um dos sinais que serve como alerta para a doença é o herpes zóster, que pode se manifestar em situações de fragilidade imunológica e, por isso, é mais frequente em pessoas com HIV.

“No consultório, o herpes zóster raramente surge de forma isolada nos pacientes infectados pelo HIV. Ele costuma se associar a outros sinais de redução da imunidade, como infecções recorrentes, febre prolongada sem causa definida, diarreia crônica, perda de peso involuntária, aumento persistente de linfonodos ou alterações cutâneas que não evoluem como o esperado. Em adultos jovens, especialmente quando o zóster é recorrente ou mais extenso, investigar imunossupressão – incluindo o HIV – é uma conduta pertinente”, explica a Dra. Rosana Richtmann, infectologista do Grupo Santa Joana. Neste caso, exames são recomendados para o diagnóstico.

A vacinação contra o herpes-zóster para pessoas imunocomprometidas é recomendada a partir dos 18 anos com a vacina recombinante inativada.

“O cuidado com o HIV hoje vai além do controle da carga viral. Ele envolve escuta atenta, reconhecimento precoce de sinais clínicos, acompanhamento regular e uso das ferramentas disponíveis para prevenir complicações. Testar, tratar e vacinar seguem sendo pilares inseparáveis. O HIV mudou – e o nosso olhar sobre a imunidade também precisa acompanhar essa transformação”, finaliza a Dra. Rosana.

Leia também: Câncer de colo de útero e a vacinação contra o HPV

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