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Gravidez após o câncer de mama. Cada vez mais comum

17 de novembro de 2011

Gravidez após o câncer de mama. Cada vez mais comum

Antes considerado devastador na vida das mulheres, o câncer de mama já ganha outros traços no cotidiano e é encarado de forma mais aberta e otimista pelas mulheres. De acordo com um estudo conduzido por especialistas em oncologia médica da Bélgica, Egito, Grécia e Estados Unidos, houve um crescimento no número de mulheres que buscam engravidar após o tratamento do câncer de mama.
Tal dado se deve ao diagnóstico em estágios cada vez mais precoces da doença, além de tratamentos mais eficazes. No trabalho, foram analisadas informações de 14 estudos publicados entre 1970 e 2009, que investigaram o efeito da gravidez em mulheres que tiveram diagnóstico de câncer de mama, na faixa etária dos 35 aos 50 anos. Os critérios incluíram fatores como idade, altura, tamanho do tumor, raça ou etnia e duração do tratamento do tumor.
De acordo com os dados obtidos, em geral, as mulheres com história de câncer de mama que engravidaram tiveram uma mortalidade significativamente menor em comparação às que apresentavam a doença e não estavam grávidas. Para os pesquisadores, a gestação é segura para mulheres com histórico de câncer de mama e reforça a importância dessas mulheres preservarem a fertilidade.
Mesmo com o efeito colateral de quimioterapia e radioterapia de deixar as pacientes estéreis, para proteger a fertilidade existe um método que evoluiu significativamente nos últimos três anos, denominado de criopreservação de óvulos, congelando seu material para utilizá-lo depois da cura.

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