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Ecocardiograma fetal: é preciso fazer?

25 de junho de 2024

Ecocardiograma fetal: é preciso fazer?

Sim! O ecocardiograma fetal detecta mais de 90% dos casos de cardiopatias congênitas e deve ser realizado entre a 24ª e 28ª semana de gestação.

Em artigo publicado pela Dra. Marina Zamith, responsável pela área de Ecocardiografia Fetal e Neonatal do Santa Joana, no site da Mariana Kotscho, a médica explica que, a cada 1.000 bebês, 10 nascem com algum tipo de cardiopatia congênita.

O que é cardiopatia congênita?

As cardiopatias congênitas são malformações na estrutura ou na função do coração. “Segundo o Ministério da Saúde, aproximadamente 30 mil crianças nascem com defeitos cardíacos no País e aproximadamente 40% vão necessitar de cirurgia ainda no primeiro ano, o que representa cerca de 12 mil crianças”, explicou a médica. Nos casos mais graves, o procedimento cirúrgico pode ser necessário nos primeiros dias de vida.

Diagnóstico precoce

“Estatísticas mundiais apontam que menos de 50% desses casos cirúrgicos são descobertos durante o pré-natal. As cardiopatias mais frequentes e que causam queda de saturação de oxigênio e cianose (falta de oxigenação) no bebê são a Transposição das Grandes Artérias (TGA) e a Tetralogia de Fallot, sendo que ambas estão entre as que são menos identificadas antes do nascimento”, disse.

Leia também: Transposição das Grandes Artérias: conheça a história de Lucca

Nestes casos em que a cirurgia é necessária nos primeiros dias de vida, é muito importante ter o diagnóstico precoce. Com isso, tanto os pais quanto a equipe médica podem se programar para que o nascimento aconteça em um hospital preparado para este tipo de cirurgia.

O exame mais indicado para avaliação cardíaca do bebê durante a gravidez é o ecocardiograma fetal, que utiliza o método ultrassonográfico e deve ser realizado por um profissional especializado. 

“A Diretriz Brasileira de Cardiologia Fetal, publicada em 2019 pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), recomenda a realização do exame entre a 24ª e 28ª semana de gestação, quando as imagens são mais adequadas. No entanto, se durante o ultrassom morfológico do primeiro trimestre for identificada alguma alteração, o ecocardiograma pode ser realizado mais precocemente, por exemplo, com 14 semanas de gestação”, explicou a Dra. Marina.

Para ler a reportagem completa, clique aqui.

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