Quais problemas físicos podem atingir mulheres grávidas do segundo filho?

Mulheres que esperam pelo segundo bebê contam com a experiência do parto anterior para se sentirem mais seguras, mas existem problemas físicos que podem atingir essas gestantes de “segunda viagem”.

“Incontinência urinária (sendo uma incidência de 16,3%), incontinência fecal, disfunção sexual, dor lombar,” podem acometer gestantes que já tiveram um filho, afirma Andressa Cristina Barbosa de Souza, fisioterapeuta do Hospital e Maternidade Santa Joana.

Porém, existem atividades físicas indicadas para evitar estes problemas. Andressa explica que a fisioterapia uroginecológica atua avaliando a causa raiz e utilizando recursos específicos para cada situação. Estes recursos podem ser físicos ou através de aparelhos.

A idade da gestante também pode influenciar, conta a fisioterapeuta, por conta da relação hormonal e problemas anteriores da mulher com o assoalho pélvico.

Contribuíram com informações as fisioterapeutas Juliana Lucca Marini e Débora Brandão, do Hospital e Maternidade Santa Joana.

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Amamentação – Existe postura correta para dar de mamar?

“Sim, existe posicionamento correto para a amamentação”, explica Andressa Cristina Barbosa de Souza, fisioterapeuta do Hospital e Maternidade Santa Joana. “A mãe sempre deve estar sentada com encosto nas costas e usar almofada para apoiar o braço junto com apoio para as pernas. Assim, a tensão do peso que pode ocorrer na região do próprio braço, trapézio e da musculatura posterior da coluna é diminuída,” recomenda.

Algumas mães sentem desconforto muscular após a amamentação. Para aliviá-lo, a fisioterapeuta indica “alongamentos específicos e massagem,” além do posicionamento adequado.

Andressa também recomenda exercícios para melhorar a postura, “já que o puerpério é uma fase de readequação do corpo ao estado pré-gravídico, portanto, as alterações posturais durante a gestação podem permanecer, dificultando as novas atividades da mãe. Assim, a fisioterapia pode auxiliar com exercícios posturais e funcionais específicos melhorando a qualidade de vida”.

Contribuíram com informações as fisioterapeutas Juliana Lucca Marini e Débora Brandão, do Hospital e Maternidade Santa Joana.

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Fisioterapia pós-parto é necessária?

Logo depois do parto, as atenções da mãe estão voltadas ao bebê e ela acaba se esquecendo dos cuidados com o próprio corpo. A fisioterapia, por exemplo, é um desses cuidados.

“A fisioterapia é muito importante no pós-parto, pois conseguimos identificar problemas decorrentes das alterações da gestação possibilitando que estas sejam minimizadas ou até resolvidas. Proporcionamos um retorno para o estado pré-gravídico com mais qualidade e rapidez,” diz Andressa Cristina Barbosa de Souza, fisioterapeuta do Hospital e Maternidade Santa Joana.

Ela explica que “atividades físicas como musculação são recomendadas somente após o puerpério remoto, fase do pós-parto que se divide em três: puerpério imediato – logo após o parto até 10 dias; tardio – de 10 a 45 dias; e o remoto – 45 dias após o parto, em que ocorre a liberação médica para a realização destas atividades”.

Para evitar problemas físicos depois do parto, a fisioterapeuta recomenda atividades físicas durante a gestação, “para que o corpo se prepare para esta nova fase que traz consigo modificações posturais e cardiovasculares.” As mais indicadas são pilates, caminhada, dança e a própria fisioterapia, que atuará para prevenir dores provocadas pelas mudanças na postura.

Contribuíram com informações as fisioterapeutas Juliana Lucca Marini e Débora Brandão, do Hospital e Maternidade Santa Joana.

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Você sabe o que é diástase e os problemas que ela provoca?

Apesar do nome não muito comum, trata-se de uma condição que afeta muitas mulheres grávidas ou que acabaram de ter filhos. Diástase do músculo reto abdominal é a separação dos dois feixes do músculo da barriga. “Esta situação pode ser identificada no segundo trimestre de gestação e tem uma maior incidência no terceiro trimestre, decorrente do crescimento uterino que leva ao aumento abdominal,” explica Andressa Cristina Barbosa de Souza, fisioterapeuta do Hospital e Maternidade Santa Joana, que adverte, “a diástase pode se manter no pós-parto se não houver nenhum tipo de intervenção”.

Sem tratamento, a diástase pode causar problemas a longo prazo, conta Andressa: “dores nas costas, dores nas pernas, barriga flácida, hérnia na região da diástase e alterações posturais.”

Para evitá-la, existem alguns exercícios, conforme recomenda a fisioterapeuta. “Os exercícios indicados para o tratamento conservador são aqueles que focam em fortalecimentos específicos da parede abdominal, principalmente no músculo transverso do abdômen, pois sua anatomia favorece o fechamento desta parede (diástase), sendo realizado desde o puerpério imediato com exercícios leves que respeitem a situação do pós-parto.”

Contribuíram com informações as fisioterapeutas Juliana Lucca Marini e Débora Brandão, do Hospital e Maternidade Santa Joana.

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Conscientização: Saiba onde ocorrem os eventos do Dia Internacional da Síndrome de Down

São Paulo sediará alguns eventos nas próximas semanas com o objetivo de promover a conscientização a respeito de questões envolvendo a saúde e a inclusão social de pessoas com a síndrome de Down.

Hoje, terça-feira, 21, tem o “Cuidando de Quem Cuida”, com debate de temas que giram em torno da recepção do bebê com Down no círculo familiar. O evento é promovido pela ONG Empathiae e já ocorreu em Minas Gerais, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.

Nos próximos dias 23 e 24, haverá o “4º Encontro de Atenção com a Síndrome de Down” com palestras e uma oficina cultural para portadores da síndrome.

Em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, no domingo, dia 9 de abril, acontece a “1ª Caminhada Down” da cidade, com diversas atividades esportivas, culturais e educativas (incluindo um robô que estimula o raciocínio de crianças com Down).

As recomendações são do site Crescer. Clique aqui e confira informações sobre horários, preços e locais de inscrição dos eventos.

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Pré-natal: Cuidados com a saúde da gestante e do bebê

Acompanhar todo o desenvolvimento do bebê no ventre e monitorar a saúde da mãe. O pré-natal é fundamental para uma gestação tranquila, mas algumas mulheres não o realizam de forma adequada.

“O pré-natal tem por finalidade acompanhar o desenvolvimento fetal e rastrear possíveis anomalias materno-fetais. Além disso, durante as consultas, o obstetra orienta a gestante nos quesitos nutricional, atividade física e o mais importante que são as alterações fisiológicas que toda grávida irá apresentar durante os nove meses”, explica o Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana.

Um histórico médico da paciente é traçado a partir da primeira consulta, assim que a gravidez é detectada. Afinal, qualquer condição pré-existente, mesmo que não apresente sintomas ou não ofereça risco para a mãe, pode afetar a gestação.

“Durante a gestação são realizados exames de sangue e urina no início e no final para afastar possíveis afecções ou infecções e assim poder tratar tudo que for possível para diminuir a morbidade materno-fetal. Normalmente, as infecções bacterianas e/ou virais podem afetar o bebê. Cabe ao médico diagnosticar, orientar e tratar sempre que possível e, assim, diminuir os riscos, tanto para a mãe quanto para o bebê”, ressalta o obstetra.

Em média, a grávida faz uma consulta por mês com o obstetra até o sétimo mês de gestação, depois disso, a cada 15 dias, e no último mês, semanalmente. A recomendação do Ministério da Saúde é que o pré-natal se inicie assim que a gravidez for constatada e que ocorram pelo menos seis consultas com o médico antes do parto.

Clique aqui e leia a reportagem completa no site Coração e Vida.

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O que acontece com o intestino da mulher durante a gravidez?

Não é só o ventre da mãe que sofre alterações na gestação. Todo o corpo da mulher é alterado, inclusive o funcionamento intestinal.

Para auxiliar as mulheres que sofrem com algum desconforto no intestino durante a gravidez, o obstetra Dr. Luiz Fernando Leite, do Hospital e Maternidade Santa Joana, esclarece algumas dúvidas comuns e dá orientações para aliviar os sintomas.

O médico explica que as alterações intestinais geralmente podem ocorrer por dois motivos: o aumento da taxa de progesterona e o tempo de gestação, “já que quanto maior a idade gestacional, mais o útero comprime o intestino, causando menor movimentação e maior acúmulo de gases”.

Em caso de constipação, Dr. Leite recomenda laxantes naturais, como, por exemplo, à base de ameixa ou de fibras. Além disso, probióticos e lactobacilos são indicados. “É importante ressaltar que tudo isso só funciona se a grávida tomar água – pelo menos dois litros por dia – associado com atividades físicas e boa alimentação,” lembra o obstetra.

Hemorroidas também podem surgir na reta final da gravidez, quando o intestino é pressionado pelo útero. “Nesse caso, entramos com remédio para hemorroida, muita água, dieta com fibra e, às vezes, até indicação de anestésicos,” indica o médico.

A gravidez não deve alterar a quantidade de vezes que a mulher vai ao banheiro para defecar. Também não é comum que a gestante fique com o intestino solto ao longo dos 9 meses. É importante estar atenta à consistência das fezes, adverte Dr. Leite: “o problema maior é o endurecimento delas”.

Por isso, a dieta é importante. Prefira alimentos com fibras, como folhas verdes e tudo o que for integral, como farelo de aveia ou granola. Dentre as frutas, coco é uma boa opção para soltar o intestino. Por outro lado, evite maçãs, que causam o efeito contrário. Também diminua o consumo de massas, queijos, brócolis, berinjela, repolho, refrigerantes, comidas que fermentam e distendem a barriga acumulando gases.

E lembre-se, exercícios físicos melhoram nosso ritmo intestinal. “Mas vale lembrar mais uma vez que é imprescindível conversar com o obstetra sobre os esportes antes de começar a praticá-los,” reforça o médico.

Clique aqui e leia a reportagem completa no site Bebê.com

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Produção Independente: Liberdade com Responsabilidade

O tema da produção independente voltou à discussão recentemente, com o anúncio da apresentadora, atriz e modelo Karina Bacchi, que será mãe aos 40 anos.

Décadas atrás, quem recorresse à produção independente possivelmente iria se deparar com resistências e preconceitos da família e das pessoas mais próximas de seus círculos sociais.

Como lembra o Dr. Mario Macoto Kondo, Coordenador Científico do Departamento de Obstetrícia do Grupo Santa Joana, é normal o fato do assunto gerar questionamentos por refletir uma grande transformação em nossa sociedade.

Com a produção independente, os conceitos de família começam a ser revistos, uma vez que sua definição e composição são diretamente alteradas com os padrões impostos e vigentes pela sociedade.Em algumas escolas, o Dia dos Pais ou Dia das Mães já é difundido como o Dia da Família, já que uma união não necessariamente precisa obedecer ao formato homem e mulher.

O fator econômico também deve ser levado em consideração. No caso de Karina, que realizou fertilização in vitro com sêmen de um banco de esperma internacional, a situação socioeconômica da mulher é um aspecto importante, principalmente por causa do alto custo do tratamento. O Dr. Mario também recorda que ela teria que recorrer à reprodução assistida mesmo se fosse casada, pois teve que retirar as trompas no ano passado.

As recomendações são as mesmas dadas a toda mulher que deseja engravidar. A idade também é um fator determinante na gestação, onde uma gravidez em torno dos 40 anos exige um pré-natal com mais critério e cuidados devido ao aumento de intercorrências clínicas e obstétricas.

“A gravidez não é recomendada caso coloque a mulher em risco. Se ela tem um problema cardíaco grave, por exemplo”, complementa Dr. Mario.

Mas como o próprio médico faz questão de relembrar, a produção independente também ocorre em mulheres com menos recursos financeiros, que decidem criar o filho sozinhas mesmo quando não têm o apoio do pai da criança.

Isso leva a outra questão, que o Dr. Mario Macoto Kondo considera fundamental na maternidade: a responsabilidade. “O filho é eterno. A mudança na vida da mãe não começa na gravidez e no parto, e sim ao chegar em casa com o bebê.”

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Carnaval: Gestante Pode Curtir a Folia?

O carnaval é um dos feriados mais aguardados pelos brasileiros. Mesmo quem não curte a folia espera por uns dias de descanso. Mas e as futuras mamães com samba, axé e frevo no pé? Podem cair na festa? Quais os cuidados que as gestantes devem tomar?

Antes de tudo, converse com o médico. Se ele liberar, basta seguir algumas regras básicas, conforme lembra o Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana: até o sétimo mês de gestação, não há problema, desde que a gravidez não seja de risco.

Além disso, nada de salto alto e não descuide da hidratação: bebidas mistas à base de energéticos não devem ser ingeridas. Prefira água de coco, sucos naturais e a boa e infalível água mineral.

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O que levar para as crianças comerem no carnaval?

Tem criança que adora uma folia e não vê a hora de pular o carnaval em um bloquinho. Isso significa algumas horas debaixo do sol ao lado de uma quantidade considerável de pessoas. Então, o cuidado com a hidratação e a alimentação dos pequenos deve ser redobrado.

Mas nada de refrigerantes ou sucos industrializados, dê para as crianças água mineral, água de coco ou sucos naturais. E a recomendação também vale para adultos; a nutricionista Luciana da Costa, do Hospital e Maternidade Santa Joana, explica a importância da reidratação: “se a pessoa está suando muito tem que se hidratar mais, mas o normal é pelo menos meio litro de água quando estiver fora de casa.”

Para comer, o ideal é levar para você e para as crianças alimentos leves e nutritivos, evitando frituras e comidas preparadas na rua, às vezes em condições de higiene longe das ideais. Por isso, Luciana dá dicas de três lanches simples que vão repor as calorias gastas:

  • pão integral com peito de peru, tomate e orégano; depois, uma uva no palitinho;

  • muffin de banana, com cenoura baby e iogurte (mantido em bolsa térmica para não estragar);

  • pão australiano com tomate e patê de queijo (cream cheese, ricota e gorgonzola), como sobremesa, manga picada.

Clique aqui e leia a matéria completa no site da Pais e Filhos.

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