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Inverno: atenção para o aumento da pré-eclâmpsia

25 de maio de 2016

Inverno: atenção para o aumento da pré-eclâmpsia

*Imagem meramente ilustrativa. A pessoa da imagem não é um paciente do Hospital e Maternidade Santa Joana.

O frio característico do inverno pode trazer mais problemas do que gripes e resfriados. No caso das mulheres grávidas é preciso aumentar a atenção com a saúde, pois com a temperatura mais baixa os vasos se contraem para preservar o calor corporal e, por consequência, ocorre aumento da pressão arterial. Para as gestantes, o resultado é o aumento do risco de pré-eclâmpsia, ou DHEG (Doença Hipertensiva Específica da Gravidez), doença que eleva a pressão durante a gravidez e pode trazer danos graves à mãe e ao bebê.
A doença não possui causa específica, mas há diversos fatores que, suspeita-se, podem explicar o seu aparecimento. A hipótese mais discutida pela medicina envolve fatores maternos e placentários. A principal teoria é que uma anomalia no desenvolvimento dos vasos sanguíneos da placenta, logo no início da gestação, provoque diminuição do fluxo sanguíneo placentário. Além disso, a anomalia causaria a liberação de fatores antiangiogênicos (que prejudicam a formação de vasos) e de outras substâncias na circulação materna que acabam levando à hipertensão.
Por se tratar de uma complicação grave, é preciso ter bastante atenção, como explica o ginecologista Dr. Mario Macoto, do Hospital e Maternidade Santa Joana. “A gravidade da doença é influenciada por fatores maternos e específicos da gravidez, mas fatores paternos e ambientais também podem estar relacionados”.
A doença ocorre em cerca de 7% das gestações, sendo mais comum em casos de gravidez múltipla, adolescentes e mulheres com mais de 40 anos. A maior parte dos casos de pré-eclâmpsia se manifesta na segunda metade da gestação, a partir da 20ª semana, e é uma ameaça para o feto porque pode diminuir o fluxo de sangue para a placenta, prejudicando o transporte de oxigênio e de nutrientes.
A alteração do fluxo de sangue útero-placentário pode ocasionar restrição do crescimento fetal e alteração da vitalidade, sendo necessário, muitas vezes, antecipar o parto. Há também risco de ocorrer o descolamento prematuro da placenta, que constitui emergência obstétrica com indicação de parto imediato.
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Resp. Técnico: Dr. Eduardo Rahme Amaro. CRM: 31624

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