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Novidades do mês de Fevereiro 2016

16/02/2016

Grupo Santa Joana promove mesa redonda sobre zika vírus e microcefalia

Evento reuniu cerca de 200 especialistas para orientar e esclarecer dúvidas sobre surto de zika vírus e microcefalia que acomete o país

Com a descoberta da relação dos casos de microcefalia e zika vírus no país – vírus de circulação recente em território brasileiro – a necessidade de discutir o tema vem aumentando principalmente em meio aos profissionais de maternidades. Por isso, o Grupo Santa Joana, que administra os Hospitais e Maternidades Santa Joana e Pro Matre Paulista, em São Paulo, realizou nesta última segunda-feira (15) uma mesa redonda com foco no tema zika vírus e microcefalia, e recebeu cerca de 200 profissionais da área da saúde para debater o assunto.

O evento reuniu em um dinâmico debate o corpo clínico do Hospital e Maternidade Santa Joana e da Maternidade Pro Matre Paulista para atualização e esclarecimento de eventuais dúvidas. Os especialistas do Grupo que compuseram a mesa de debates, mediada pelo obstetra dr. Mário Macoto Kondo, foram a dra. Rosana Richtmann - infectologista; o dr. Antônio Moron - ginecologista e obstetra responsável pela Medicina Fetal do Hospital e Maternidade Santa Joana; o dr. Sérgio Cavalheiro - neurocirurgião; e a dra. Clery Gallacci – pediatra. “Como referência na área, este evento do Grupo Santa Joana foi de extrema importância para estabelecer uma educação médica continuada e também para permanecer atendendo com qualidade nossos pacientes”, explica dra. Rosana Richtmann, uma das principais colaboradoras da ação.

Durante a mesa redonda, os principais temas abordados são os que veem desafiando médicos e cientistas no mundo todo. Entre eles estão os aspectos clínicos e prevenção do vírus, a importância do pré-natal e da medicina fetal, o desenvolvimento neurológico da criança com microcefalia e os estímulos necessários para minimizar as sequelas quanto ao neurodesenvolvimento. A relação de coexistência entre o zika vírus e a microcefalia, o novo termo usando pela medicina - ‘’Zika Congênita’’ (combinação de problemas ocasionados pelo vírus), e a comparação entre os graves danos cerebrais causados nos bebês do Brasil em relação a outros países, como Colômbia, por exemplo, também estão entre os principais assuntos do debate.

Além disso, as formas de transmissão do zika vírus também foram parte importante da discussão. ‘’Hoje sabemos que o vírus é transmitido pelo Aedes aegypti, mas também há estudos que apontam grandes possibilidades de a transmissão ocorrer por meio da relação sexual, já que o vírus foi encontrado em grandes quantidades no sêmen. Por isso, alguns pesquisadores estão recomendando o uso de preservativo durante aproximadamente 6 meses, após ser acometido pelo vírus, antes de iniciar tentativas de engravidar’’, esclarece dr. Rosana. Fragmentos do vírus também já foram encontrados no leite materno, mas não se tem relato de transmissão por esta via.. Por isso, não há contra indicações para a amamentação, visto que o beneficio é maior que o possível risco.

Os especialistas que conduziram a mesa redonda também reforçaram o protocolo de atendimento da gestante exantema (com erupções cutâneas) e o protocolo de atendimento ao recém-nascido com microcefalia, ambos construídos com base nas orientações da Secretaria de Saúde do Município de São Paulo. “O Santa Joana e a Pro Matre estão preparados para atender casos na região ou até mesmo para receber pacientes de outros estados que tenham sido infectados pelo zika”, comenta a infectologista.


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